FÁCIL DEMAIS

Uma das coisas mais interessantes em minha vida é a forma como eu reajo diante de certas situações. Na grande maioria das vezes, reajo como Harry Potter reagiu quando estava diante da vassoura que precisava usar para pegar a chave que abria a porta. Lembrem-se que diante da vassoura e das chaves flutuando, ele disse: Está fácil demais!

Quem me conhece sabe que eu odeio coisas fáceis. Se algo se torna muito fácil de se conseguir, perde totalmente a graça. Afinal, a graça está no processo de conquista das coisas, e não no ato de conquistá-las.

“A verdadeira felicidade está no processo de busca incessante pela felicidade, e não na conquista da mesma!”

 

=)

 

♫ Escape The Fate – Something

ECLIPSE LUNAR

Hoje (ainda são 23:58 aqui, então ainda é quarta-feira..) teve eclipse lunar. Segundo os meios de comunicação disseram, foi o eclipse lunar mais longo em 10 anos. O eclipse lunar total acontece quando a lua passa pela longa sombra da Terra produzida pela luz solar. Enquanto a Lua fica imersa na sombra da Terra, um disco ao seu redor aparece e gradualmente vai mudando de cor, passando para prata, laranja e vermelho. A passagem da lua pela sombra da Terra durou 5 horas e meia.

Na real, não vi disco prata, laranja ou vermelho coisa nenhuma. Fiquei das 17:50 às 18:35 lá na rua 5RF, para poder ter uma visão privilegiada, e tirar fotinhos do eclipse. Eu cheguei (de carro, óbvio!) lá embaixo, e vi de longe, no céu ainda claro, um contorno meio enevoado. Era a lua começando a aparecer no céu. Ela já estava bem acima do horizonte. Conforme foi escurecendo, foi abrindo um raio de luz logo na parte de baixo dela. Era a luz do sol voltando a refletir sobre a superfície da lua. Pude perceber que perto dela havia uma grande movimentação de aeronaves, que provavelmente estavam tentando obter as melhores imagens do fenômeno.

Resumindo: foi legal, acompanhei quase que 100% do que era possível ver daqui do Brasil, apesar de ter quase congelado no sereno, e provavelmente estar com tosse por causa disso.

Para quem quiser conferir algumas (poucas) fotos do ocorrido, fiquem a vontade:

http://www.flickr.com/photos/pereirafc/ ]

♫ Escape The Fate – Issues

RECIPROCIDADE

Hoje estava passando pelo centro da cidade e fui surpreendida. Em uma das ruas, vi que havia uma vaga de deficiente, e que o carro que estava nessa vaga não era de deficiente e estava com o pisca alerta ligado. Até aí (quase) tudo bem! No quarteirão seguinte, do mesmo lado da calçada, percebo que há um carro parado no meio das duas passagens de ‘Entrada’ e ‘Saída’ de um edifício, da mesma forma que o anterior, com o pisca alerta ligado. Bom, aí já fiquei irritada. Poxa.. Quer dizer então que se eu ligar o pisca alerta, posso estacionar meu carro em cima da calçada, posso estacionar na esquina, andar na contra-mão.!?!?

Então quer dizer que ligar o pisca alerta para estacionar em locais proibidos para determinados veículos virou o ‘café-com-leite’ das relações no trânsito!?!? Dificilmente eu saio do meu círculo social e vou para o centro da cidade, pois me irrito com essas coisas, me irrito com a atitude com que as pessoas estão tendo (ou não estão tendo, não é!?).

Também pude presenciar outra situação que me surpreendeu. Estacionei meu carro na esquina da frente da loja onde eu ía, estava atravessando a rua quando o carro que estava vindo em minha direção reduziu drasticamente, quase parando no meio da rua, e encostou na esquina, como se fosse estacionar, somente para deixar sair quem estava no passageiro. Pude perceber que as pessoas dos carros que vinham atrás deste carro estavam enfurecidas, por ele ter reduzido demais e ter parado por no máximo 10 segundos na esquina. O que se passa na minha cabeça é que, ao passo que de um lado, muito é cobrado com relação a educação do próximo, a paciência do próximo, por outro lado nada é visto de resultado por parte de quem cobra. Ou seja, a pessoa exige paciência (indiretamente) no ato de ligar o pisca alerta e estacionar em local proibido, mas quando está em movimento, não permite que outras pessoas façam o mesmo, como foi o caso do carro que parou somente para deixar o passageiro, sem causar tumulto aos que vinham atrás dele.

Me admira saber que hoje em dia não existe mais gentileza no trânsito, não existe cooperação, educação, respeito. O que existe é um egocentrismo exacerbado, que se baseia na lei do mais forte, na lei do ‘olho por olho, dente por dente’, e muitas vezes esquece que no meio de tudo isso existem seres humanos.. que de HUMANOS, não têm nada.

♫ The Beatles – It Won’t Be Long

Rockman 7 (Super Nintendo)

Esse jogo marcou a minha infância. Posso dizer com convicção que sou uma das poucas pessoas que não teve a infância marcada pelo jogo Super Mario World, para Super Nintendo, mesmo tendo jogado muito também.

Tudo começou na video locadora Pégaso, que se localiza na av. 5, entre ruas 3 e 4, no centro de Rio Claro. Na época, não me lembro ao certo quantos anos eu tinha, na faixa de uns 12, 13.. sei lá, lembro que ía nesta locadora com a minha mãe, ela para alugar filmes, e eu para alugar jogos para o Super Nintendo que havia ganho de Natal. Em uma dessas idas, aluguei Rockman 7. Não contente em ficar quase uma semana com o jogo, na semana seguinte aluguei de novo, e foi assim por quase 2 meses.

Na época, eu passava as tardes (depois de chegar da escola) na casa do Marcel, onde além de brincar de várias outras coisas, passávamos horas jogando videogame. Sempre levava as minhas fitas para que ele também pudesse jogar, e em todas as vezes que aluguei o jogo Rockman 7, levei-o na casa do Marcel também. Um belo dia, fui até a locadora para devolver a fita, e o atendente, na época o Sérgio (In Memoriam), me perguntou se eu não queria comprar a fita, para me poupar de ficar alugando, já que havia percebido que eu havia gostado demais de jogar. Na época lembro que paguei R$15,00 por ela. Hoje, se eu tivesse meu Super Nintendo ainda, com certeza pagaria muito mais, para poder conservar uma de minhas melhores memórias de infância. Lembro que fiquei tão feliz que chegando em casa, fui correndo na casa do Marcel contar a novidade. Ele, da mesma forma que eu, estava viciado no jogo, e achou o máximo que pudéssemos jogar sem nos preocuparmos em devolver a fita.

Assim como eu me frustrei, acredito que muitos jogadores se frustraram por não entenderem as falas da abertura do jogo, pois eram ‘legendadas’ em japonês.

Cerca de uns 2 meses depois ele, o Marcel, ganhou um Play Station 1. Aí jogar Super Nintendo perdeu a graça. Pelo menos para ele.

Deixo vocês com alguns prints do jogo..

É isso.

♫ A Day To Remember – A Downfall Of Us All

O muito às vezes é pouco..

..ou às vezes o muito não é o suficiente.

Ahh o amor..

Sentimento complicado de ser definido, de ser descrito, de ser sentido. Existe a idéia de que o amor não nasceu para ser definido, descrito, ele existe simplesmente para ser sentido. Quando começamos a querer defini-lo, passamos a racionalizar o sentimento, e isso se torna impossível ser concretizado efetivamente.

Outro processo que acontece é o de tentarmos quantificar o amor. Hoje em dia ficou muito banal chegarmos em uma pessoa e dizermos “Eu te amo”. Antigamente parece que essa expressão tinha mais significado, vinha mais carregada de sentimentos, que era somente dita com total certeza da existência de 100% desse sentimento em relação à outra pessoa.

Atualmente dizer “Eu te amo muito” tem vários significados. O ‘muito’ tomou vários significados. Eu posso virar para uma pessoa que amo com todas as minhas forças e dizer “Eu te amo muito” e isso significar o mesmo que uma pessoa que ‘ama’ por interesse, ou que nem ama, mas acha que ama outra pessoa. O meu ‘muito’ se fosse  qualificado valeria 100%, ao passo que o ‘muito’ de outras pessoas vale menos que isso.

Com isso as pessoas percebem que mesmo falando tudo isso, não conseguem demonstrar suficientemente o amor que sentem, tendo que recorrer ao processo de quantificação desse amor, já que a qualidade não está mais sendo tão visível, pela banalização da expressão “Eu te amo” ou “Eu te amo muito”. Aí a pessoa conta, em dias, meses, anos, atitudes, promessas, o quanto ela ama a outra pessoa. Ao invés de demonstrar em qualidade o sentimento, demonstra em quantidade.

Muitas vezes nos pegamos tentando provar quantificadamente o quanto amamos determinada pessoa. Porque parece não ser mais suficiente apenas dizer “Eu o amo”. Não significa nada, se você não despender um tempo para isso, despender sacrifícios, e demonstrar isso em forma de números, “Eu o amo há mais de x anos” ou “fiz x dias de jejum por ele”. Só que quem sente verdadeiramente o amor sabe que números não são nada em comparado àquilo que é sentido, afinal quem ama incondicionalmente uma pessoa sabe que é capaz de amar para sempre essa pessoa, e o pra sempre não é mensurável, o infinito é infinito por não ser mensurável. O amor não é mensurável.

É isso.

♫ Queen – Bohemian Rhapsody

Corrida de Aventura

Hoje na palestra de PI ouvimos o relato de experiência de Carolina Villaboim de Carvalho Hess, ex-atleta de ginástica, saltos ornamentais e  atual atleta de Corrida de Aventura. Ouvindo a palestra ministrada por ela, me ocorreu fazer um post explicativo do que seria Corrida de Aventura. Pois bem..

A corrida de aventura pode ser definida como um evento sem paradas obrigatórias, multi disciplinar, com a participação de equipes. Em alguns casos pode ser chamada de uma expedição com horário limite. O objetivo da competição é ser a primeira equipe completa a cruzar a linha de chegada. Normalmente as equipes devem ser mistas, formadas por competidores do sexo masculino e feminino.

Os componentes mais comuns são a orientação, trekking, mountain bike, canoagem e técnicas verticais. Outros componentes já foram incluídos nas corridas como o patins in-line, para-quedismo, vela, corrida com camelos, costeira e cavalgada. Existem diferentes formatos e durações de eventos, indo dos triathlons off-road até expedições de 15 dias. O percurso leva os competidores através de locais remotos e selvagens onde devem ser auto-suficientes. Cada equipe deve ter uma boa estratégia para determinar a melhor rota, equipamento, comida e ritmo para vencer.

Ao longo do percurso são montados postos de controle (PC), que são locais de passagem obrigatória da equipe durante a corrida. Nestes PC’s os atletas registram sua passagem para confirmar que estão no caminho certo e para controle da organização sobre onde estão as equipes. Os PC’s são numerados e devem ser encontrados na ordem correta. Caso a equipe não encontre um dos postos de controle, estará automaticamente desclassificada.

Em alguns postos de controle determinados pela organização, as equipes trocam de modalidade e nesse caso são chamados também de área de transição (AT). Nesses locais os atletas terão contato com sua equipe de apoio (caso seja permitido) ou suas caixas de reabastecimento e é onde podem trocar de equipamentos e roupas e se alimentar melhor.

(Depois de assistir a palestra dela e ler sobre isso me deu uma vontade gigante de praticar isso!) =)

É isso.

♫ All Time Low – Weightless

Fala logo poxa

O post anterior me remeteu a uma fala de uma de minhas professoras da faculdade. Durante uma apresentação de seminário, a referida professora nos disse que: “A apresentação ficaria muito melhor se parássemos de citar no futuro o que íamos apresentar, e de fato apresentássemos o conteúdo”, como por exemplo, parássemos de falar: em nossa apresentação IREMOS FALAR sobre tal assunto; e começássemos logo a discorrer sobre o assunto.

Lembrei disso porque meus primeiros dois posts aqui são basicamente isso. Eles citam sobre o que vou abordar no blog, mas não adentram logo nos temas que pretendo abordar (idem para este terceiro post). É do cotidiano fazermos isso em nossas falas, e quase nunca percebemos que fazemos isso.

É isso.

 

♫ Green Day – Song of the Century

Tanta coisa

Difícil saber sobre o que escrever aqui. São tantas coisas. Tantos assuntos diferentes. Alguns polêmicos, outros nem tanto. Alguns importantes, outros nem tanto. Pretendo abordar muita coisa nesse blog, religião, amor, trabalho, lazer, estudo, viagens, música, filmes, artes, filosofias de vida, modas, tecnologia.. nossa, tem tanta coisa!

Fazendo uma analogia com a idéia de que misturando várias coisas diferentes, pode-se ter um resultado muito bom é que deixo vocês com a imagem a seguir..

♫ Todd Kerns – It’s not you it’s me

Tudo tem uma primeira vez..

..e uma segunda, e uma terceira.. (…)

Vamos ver se eu darei conta de mais um blog. E veremos se consigo me conter mais e me expor menos que no blog lá da outra plataforma.. ><

Não prometerei postar nada em específico, pois não sou política de ficar com demagogia com meus leitores.

Sem querer fazer analogia com a expressão ‘cair de paraquedas’, afinal, eu tenho ‘uns par’ de blogs jogados pelo mundo virtual, mas sim querendo justificar o título do meu primeiro post, remetendo a uma viagem que fiz a Boituva-SP, onde andei de avião (de paraquedismo, por isso a foto, além do fato de eu tê-la achado linda)pela primeira vez na vida, e agora sim, fazendo analogia com o fato de este ser o meu primeiro post, em meu primeiro blog *pessoal* no WordPress.com.

É isso.

♫ Forfun – Dissolver e Recompor