AMAR OU SER AMADO?

Com a minha quase escassa experiência em assuntos românticos e de relacionamento, consegui meio que traçar uma linha de pensamento que leva à hipótese de que: O ser humano não se contenta em ser amado. Ele precisa amar para ser feliz.

Pude observar por aí que acontece um fenômeno bastante estranho, quando o assunto é amor. As pessoas não se contentam em apenas serem amadas. Não basta ter alguém que você sabe que morreria por você, que faz tudo por você, que dedica a vida dela à você, se da mesma forma, você não sentir o mesmo pela pessoa.

É como se fosse um pré-requisito para ser feliz amorosamente, que você ame a pessoa, para que o amor dela tenha valor para você. Parece bastante confuso. Mas se parar para pensar, é exatamente o que acontece. Ser amado sem amar reciprocamente não vale de absolutamente nada. Isso é triste, mas é real. Vou dar um exemplo, para esclarecer:

Caso 1: Pessoa A  ama a pessoa B. Se a pessoa B amar a pessoa A, a pessoa A será feliz.

Caso 2: Pessoa A ama a pessoa B. Se a pessoa B amar a pessoa A, esta será feliz. Mas não necessariamente a pessoa B será feliz, porque ela foi amada antes de amar, a não ser que ela não soubesse que era amada pela pessoa A, e passou a amar a pessoa A, pensando que estava amando primeiro. Aí ocorreu uma situação simultânea, e as duas pessoas podem ser felizes juntas.

Caso 3: A pessoa A ama a pessoa B. Mas B não ama A. (neste caso não tem como B ser feliz, porque B não ama A, e não é o bastante que A sinta amor por B para que esta seja feliz).

a) Ou a pessoa A se contenta em amar a pessoa B mas não ser correspondida;

b) Ou a pessoa A sofre eternamente por não ter o amor recíproco de B.

Aí entra o caso do ‘amor criado’, ‘amor gerado’ pelo fato de a pessoa ser amada. Mas não sei se ele se configura como sendo amor puro, verdadeiro. No meu entendimento parece mais uma forma de agradecer pelo fato de a pessoa ser amada, do que realmente amor. Exemplo:

A pessoa A ama a pessoa B. B descobre e nutre um sentimento, um afeto, por A, por conta desta pessoa o amar. É como uma forma de retribuir o amor cedido. Mas será que isso é o mesmo amor, da mesma natureza do amor que foi cedido!?

Quem não entendeu, pode vir perguntar, que eu explico melhor. Mas nada melhor do que viver esses dois lados para entender, e sentir na pele o que estou dizendo.

É isso!

AQUELE POST SOBRE 2012

Hoje eu assisti um documentário na History sobre 2012 e o tal fim do mundo. Quase saí da sala acreditando mesmo que o mundo acabará dia 21 de dezembro de 2012. Mas como eu não me contento apenas com aquilo que vejo na tv, resolvi dar uma procuradinha na internet e tentar entender um pouco mais sobre o assunto, antes de tomar um partido a respeito.

Muita gente conhece esse meu lado, por conta de eu refutar a ideia de que o Homem foi à Lua, e de que Jesus era santo. Não costumo acreditar em coisas que a massa acredita. Sempre procuro por mim mesma fatos que me permitam acreditar nas coisas ou não.

Fiz o que a maioria das pessoas faria, procurei evidências científicas. Não me contentando, procurei evidências científicas confiáveis, e me pautei em duas coisas para não acreditar que o mundo acabará em 2012.

1. Filosofia. David Hume e sua teoria de que não se deve se basear em eventos passados para predizer eventos futuros.

2. Nasa. Site da Nasa. Lá está claramente escrito que essa coisa de 2012, planeta Nibiru, não existem.

As pessoas deveriam estar ocupadas pensando em como evitar que o ser humano devaste mais ainda o planeta, em como economizar água, não desmatar, essas coisas. Mas não, elas estão todas preocupadas e assustadinhas com um provável fim do mundo, que ninguém nem sabe se vai acontecer. Francamente, se o mundo acabar, é ÓBVIO que o ser humano vai ser extinto. Não é mais prudente se pensar em como criar um ambiente propício na Terra em que vivemos para que não sejamos extintos, do que nos preocuparmos com uma coisa inevitável?

Agora eu lamento por aquelas pessoas que, da mesma forma que eu, assistiram o documentário, ou lêem livros sobre o assunto, vêem filmes e saem acreditando mesmo nessas coisas. Sem ao menos questionar.

Isso que é tragédia.

Tem muito mais para falar sobre isso. Mas vou ficar por aqui.

É isso.