Project 365 – 031/365

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Hoje vou explicar a vocês de forma um tanto simplificada e metaforizada a diferença entre os pensamentos e sentimentos masculinos e femininos. Usarei como exemplo o que aconteceu hoje aqui em casa. A propósito, a foto é de um pedaço do bolo de aniversário do meu pai, que foi ontem, e antes que digam que não tem nada a ver com o que eu vou falar, podem ter certeza que tem a ver sim. Vamos lá..

Meu pai é uma dessas pessoas difíceis de se dar presente. Não sei se isso acontece com todos os homens ou é só o meu pai que torna a tarefa de se dar presente algo tão difícil. Ainda estou formulando esta teoria). Ao que tudo indica, esta é uma característica masculina, principalmente pelo que vou falar mais adiante, que é a forma de pensar do homem.

Sendo assim, eu e minha mãe estávamos com um sério problema até duas semanas atrás. Meu pai faz aniversário dia 30/01 (no caso, ontem foi aniversário dele), e a grande proximidade entre esta data e o Natal (do ano passado, no caso) potencializa a dificuldade em dar presente a ele, já que esgotamos por completo nossa criatividade para presentes em dezembro, mal se passa um mês e precisamos novamente dar presentes a ele.

Logo que eu decidi o que eu daria de presente, anunciei firmemente a minha decisão, para que não houvessem dúvidas por parte da minha mãe com relação a isso (basicamente eu quis dizer: “Olha mãe, vou dar isso e ponto. Nem pense em dar isso também, escolha outra coisa.” Foi um jeito meio simpático de dizer: “Resolvi meu problema, agora é com você!”) Minha mãe, por outro lado, estava quase em desespero por não saber o que dar de presente pro meu pai. Um dia qualquer chegou lá na loja da minha mãe uma dessas revistinhas de produtos da Polishop (ou sei lá qual loja que era, mas vendia de tudo). Ela olhou os produtos e teve um insight, uma visão, um sinal. Uma intervenção suprema a fez decidir ali que daria um George Foreman Grill para o meu pai. Ela correu ligar o computador super lento que tem na loja dela, e comprou, ali mesmo, via internet e cartão de crédito o barato de fazer churrasco pra ele. No anúncio da internet dizia que chegaria no máximo até dia 31/01 (hoje). Ela levou isso a sério, e logo providenciou um presente meio lembrancinha para dar a ele no dia do aniversário de fato, que foi ontem, caso o aparelho lá do George Foreman realmente não chegasse a tempo.

Dar presente é uma coisa tão estranha. Quem presenteia fica tão mais feliz e mais ansioso para dar o presente do que o presenteado muitas vezes demonstra ao ver o presente. Seguindo mais ou menos essa filosofia foi que quase aconteceu uma briga hoje em casa. Na tarde de hoje o Grill chegou, lá na loja da minha mãe. Ficamos felizes, porque realmente cumpriu o prometido no site (chegaria no máximo até hoje). Minha mãe ficou extasiada com a chegada do aparelho, porém ele não veio embrulhado para presente, o que fez com que precisássemos providenciar um embrulho decente em menos de 45 minutos (antes que meu pai chegasse e visse o presente desembrulhado). Corri em uma das lojas lá do centro da cidade e comprei algumas folhas de presente. Ali na loja mesmo, emendamos as folhas com o maior cuidado e carinho para embrulhar o Grill (notem, esta é uma das características do pensamento feminino, que é repleto de atenção voltada a cuidados, carinho, delicadeza, preocupação com beleza, capricho). Embrulhamos o barato, colamos uma etiqueta onde havia escrito “Com carinho”, vejam o quão fofo estava o presente, e esperamos ansiosas meu pai chegar. Ele chegou e eu, no auge da ansiedade, achei que ele abriria o presente ali na loja mesmo. Para a minha frustração, ele pegou a caixa e levou até o carro, sem abri-la (aqui está uma das características de pensamento masculino – o excesso de racionalidade na execução das tarefas do dia-a-dia, jamais ele se deixaria abalar pelo emocional em uma situação como esta).  Fomos para casa, eu sentada no banco de trás do carro ao lado do presente embrulhado, quase tendo uma síncope para ver meu pai abrindo-o e ficando tri satisfeito e feliz com o ganho.

Chegamos em casa, carreguei a caixa do Grill para dentro de casa, coloquei em cima da mesa da cozinha, para que todos presenciassem o grande feito que seria meu pai abrindo seu presente de aniversário. Meu pai entrou em casa, foi se trocar, e saiu para fora, no quintal, par soltar as cachorras. Minha mãe olhou para mim com uma cara de: “Mas que horas ele vai abrir este presente? Será possível que as cachorras não podem esperar cinco minutos sequer até ele abrir o presente?” Envoltas por estes pensamentos, logo que meu pai voltou para a cozinha, nós duas falamos em coro: “E o presente? Vai abrir?” Ele pegou o presente e o levou até a sala de tv (??) e o abriu lá, nos privando de ver o seu semblante diante do aparelho. Depois de abrir, ele pegou tudo e levou para a cozinha, onde compartilhou conosco a experiência de ‘unboxing’ do Grill em cima da mesa. Nisso, eu e minha mãe vemos o papel de embrulho que estava envolvendo a caixa. Mais parecia uma bola de handebol, verde e azul, toda amarrotada. Minha mãe olha para o papel amassado e me diz: “Ahh lá o papel que embrulhamos cuidadosamente, ele deve ter odiado o presente, por isso amassou todo o papel.” Por outro lado, eu, dotada de esclarecimentos acerca do comportamento masculino em situações como estas, somente sorri para ela, afinal, eu sei que não há correlação alguma entre o homem gostar ou não do presente e ele amassar ou não o papel de embrulho do presente.

Nisso, meu pai estava destrinchando o Grill, para ver todas as suas funcionalidades, e minha mãe estava convicta de que ele não havia gostado nem um pouco do presente. Meu pai pegou todas as partes do Grill e guardou tudo cuidadosamente na caixa, fechou e guardou na sala (??). Minha mãe fechou a cara, emburrou e respondia secamente às perguntas e comentários de meu pai, até que em um dos comentários ela foi realmente grossa, e o assunto cessou. Meu pai não sabe o porquê ela emburrou, mas eu sei, porque ela deixou claro para mim que tinha total certeza de que ele não gostou do presente.

O homem, desde os primórdios da humanidade, é o responsável, dentro do lar, por resolver problemas. A mulher, por outro lado, tem a incumbência de criar e educar os filhos, e cuidar dos afazeres domésticos. O pensamento masculino é objetivo e prático. O pensamento feminino é subjetivo e complicador. Enquanto meu pai simplesmente abria rapidamente o embrulho, para ver o presente, minha mãe esperava que ele admirasse o embrulho, a etiqueta de “Com carinho” e além do mais, deixasse verbalmente expresso isso. Não foi o que aconteceu, e creio que isso não acontece com a maioria dos homens. Abrir um presente, para um homem, é uma tarefa simplesmente objetiva: tira-se o papel de embrulho, e dar-se-á atenção ao presente que há dentro. Não consigo imaginar homens, e sobretudo o meu pai, redobrando cuidadosamente o papel de presente, admirando-o e etc.

Outra característica masculina, que se baseia na objetividade, é o fato de que, pelo menos aqui em casa, meu pai só gosta de presentes que ele realmente precise ganhar/precise usar. Usando uma comparação bem simples, “deixe-o feliz dando-lhe meias e cuecas”. Ou seja, coisas supérfluas não atraem muito a atenção de meu pai. Se ele não precisa de determinado objeto, este não tem utilidade prática para ele, isso é claro na mente de meu pai, então ele não dá atenção. Só que eu sei muito bem que um Grill, da forma como é este que a minha mãe presenteou-o, é de extrema importância e usabilidade pra meu pai, o que torna a preocupação de minha mãe totalmente sem nexo. Só porque meu pai amassou o embrulho e não pulou nem soltou fogos por causa do presente, não significa que ele não tenha gostado. O Grill é funcional para ele, e isto é mais do que prova de que ele gostou do bicho. Como eu disse, homens não têm muita facilidade para expressarem o lado emocional, seu pensamento é prático e voltado à resolução de problemas.

A propósito, minha mãe comprou um chinelo para dar a ele ontem. E ele esboçou a mesma reação de hoje. Ele precisava, de fato, de um chinelo novo. Minha mãe, neste exato momento, está convicta de que ele gostou mais do chinelo do que do Grill. Eu arrisco dizer que ele gostou da mesma forma de ambos os presentes. Os dois são funcionais e importantes para ele, características mais do que suficientes para homens gostarem de presentes.

Ficou longuíssimo este post, mas isso se deve ao fato de há dois dias eu não estar muito bem, estou ainda em crise (existencial), mas ela está quase me dando paz novamente. Hoje senti que estava disposta a escrever mais, então resolvi contar sobre o presente.

Acho que é só.

(:

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Project 365 – 030/365

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Hoje o dia foi totalmente estranho.. passei mal o dia todo, fiquei com sono a maior parte do tempo, mas graças a Deus o da está acabando. 

Esta foto aí de cima é de uma das lojas do Rio Preto Shopping. Passei a maior parte do tempo em que estive neste shopping nesta loja, especificamente. Isso foi em setembro do ano passado, mas ainda me recordo como se tivesse sido ontem. Talvez porque eu goste particularmente de ir para Rio Preto. Já havia ido uma vez para lá, de carro, sozinha. Foi a minha primeira viagem de carro sozinha, em 2009, se eu não me engano. Fui para apresentar um trabalho no CIC, já que eu era bolsista PIBIC, eu precisei ir, então resolvi ir de carro mesmo, e ver qual era a sensação de viajar sozinha. Logo depois, acho que em 2010, não me lembro direito, eu fui com o pessoal do coral da Unesp, no encontro de Coros da Unesp. Passamos o dia todo lá. E ano passado foi a terceira vez que fui para lá, em um congresso de Psicologia do Esporte, apresentar dois trabalhos.

Tenho um fraco para cidades grandes. Eu prefiro estar nestas cidades grandes a estar na minha cidade, que não é tao grande e nem tão agitada. E a forma como eu gosto de estar em Rio Preto é única, talvez por ter sido para lá que eu viajei pela primeira vez sozinha, ficou marcado na memória como sendo um lugar onde eu me sinto bem, e me sinto livre. Por isso não vejo problemas em dirigir por 3 horas seguidas para ir para lá, sempre que é possível. Eu até gosto.

Por hoje é só isso…

(:

Project 365 – 029/365

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Não fazia ideia de que foto postar hoje aqui. Não estou muito bem estes dias, não me sinto animada para fazer nada, que dirá escolher fotos para postar aqui. Esta que decidi, depois de muito custo, escolher, é da viagem do fim do ano passado para Balneário Camboriú.

Pela primeira vez na vida, não aconselho que leiam o restante deste post, a não ser que realmente queiram compartilhar da minha crise existencial. Aos corajosos, aí vai o motivo de eu não estar bem esses últimos dois dias. 

Meses atrás eu resolvi fazer a burrada de pensar na vida, e sem querer entrei em uma crise existencial que demorou para me dar sossego. Ontem, por descuido mental, no meio da missa, eu fiz a mesma coisa, só que com mais intensidade desta vez. Deve ter sido consequencia, por eu já ter passado uma vez pela crise, dessa vez ela precisou ser mais intensa para se instaurar na minha mente. 

No caso, essa crise se baseia essencialmente na questão: Por que eu existo? 

Que se ramifica em diversas outras questões que neste exato momento, nebulam meus pensamentos, do tipo: Por que os seres humanos existem? Por que o mundo (e o Universo) existe? O que é que eu estou fazendo aqui? Se eu não estivesse aqui, onde eu estaria? Eu estaria fazendo o quê? E se eu não existisse? Como seria? 

Aí estas questões culminam na questão que foi essencial para a crise de meses atrás: E se nada existisse, como seria (se é que alguma coisa seria, já que nada existiria)?

A partir desta questão, eu formulei uma ideia, que no fundo faz sentido: “Se nada existisse, nem o conceito de existência existiria.”

Desta vez a crise não se concentra no ambiente externo, mas sim em questões que envolvem a minha pessoa e o papel que ela tem no Universo (se é que tem algum papel). 

A única saída que consigo enxergar pra isso é me voltar aos estudos espíritas (da doutrina espírita mesmo), que me dá uma ‘pseudo’-resposta para a indagação sobre o porque eu existo. Digo pseudo, porque ela se baseia na reencarnação, e sobre isso não sabemos muita coisa com certeza, e me refiro a certeza cientificamente comprovada, que é a única certeza que eu consigo acreditar. 

Até que seja cientificamente comprovada a reencarnação, não é totalmente certeza que o ser humano reencarna para evoluir. 

Mas mesmo assim, ainda resta uma questão. Tá bem, nosso propósito na vida pode até ser evoluir, mas por que o ser humano existe? 

Talvez sejam questões muito complexas (que elas são complexas não resta dúvida), que não possuem resposta alguma, e talvez nunca possuirão. 

 

Project 365 – 028/365

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É.. hoje foi o dia do acerto de contas. Finalmente CREF pago. 

Não faço a mínima ideia do que escrever hoje aqui. Não estou muito animada. Na verdade eu estou ansiosa, e eu me odeio quando fico ansiosa. Passei anos estudando ansiedade, e nem em mim mesma eu consigo controlar este estado emocional.

 

(:

Project 365 – 027/365

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É como eu sempre digo: Não importa quantas vezes você assiste a um filme, cada vez que assistir, enxergará coisas totalmente novas, que não percebidas nas assistidas anteriores.

Aconteceu mais uma vez comigo, e por incrível que pareça, com o mesmo filme da outra vez. Última vez que resolvi assistir a De Volta Para o Futuro (a trilogia toda), me atentei a ficar contando quantos DeLoreans haviam simultaneamente em cada um dos anos pelos quais o personagem Marty McFly percorre durante a trama. Hoje resolvi assistir mais uma vez a trilogia, porém até agora só consegui assistir à parte 1. 

Num dado momento, logo no início, percebi algo estranho, sobre o qual a imagem acima tem tudo a ver. Não sei ao certo o quanto isso ficou evidente para quem assistiu ao filme, mas infelizmente demorei bastante tempo para perceber isso (afinal, não sei quantas vezes já vi este filme, e nunca havia percebido isto). No início do filme, o Dr. Brown liga para o Marty e combina com ele para se encontrarem lá no estacionamento do shopping às 1:15 da manhã. Claro que este horário não é tão levado a sério pelo Marty, porque, primeiro que ele dorme e quase se esquece de ir ao encontro, se não fosse o Dr. ligar para ele pegar a câmera em sua casa antes de ir ao estacionamento, e segundo que vemos pelo relógio digital do shopping que ele chega às 1:16 e não às 1:15, como o combinado, mas relevemos estes detalhes, não é tão importante assim. A história se desenrola, o Dr. apresenta a máquina do tempo ao Marty e eles fazem o teste com o Einstein lá (o cachorro do Dr.) e tal. No momento em que o Dr. resolve explicar como funciona o painel onde se configura a data de destino da máquina do tempo, ele dá os exemplos de data como a assinatura da carta de independência dos EUA e o nascimento de Cristo, e por último ele menciona a data de 05 de novembro de 1955, o dia em que ele teve a ideia sobre o capacitor de fluxo. Até aí ótimo. Então surgem os líbios, atiram no Dr. e perseguem o Marty, que, com a máquina do tempo, consegue viajar para a tal data de 05 de novembro de 1955. Ele surge lá na fazenda do cara (que eu não sei escrever o nome aqui) que cultivava os pinheiros e tal, aí ao sair da fazenda do cara, NOTEM QUE O DIA JÁ AMANHECEU. Foi aí que eu me perguntei: Ué, se eles estavam em 1985 por volta de 1:20 da manhã, o Marty fugiu e surge em 1955, não era para ele ter surgido às 1:20 também? 

Assisti ao filme todo com isso na cabeça, e precisei voltar à cena em que o Dr. mostra a máquina do tempo ao Marty e depois ele foge dos líbios, para tirar essa dúvida. Afinal, se eu não encontrasse nada que pudesse justificar esse “amanhecer repentino”, eu poderia alegar que o filme tem um erro de plot. Infelizmente (ou felizmente), este filme é o filme que eu considero mais perfeito de todos, em matéria de enredo. Em uma fração de segundos, a cena da qual eu tirei a foto da tv e postei aqui, mostra o porque amanhece tão depressa. Na verdade não amanhece depressa, mas sim o Marty saí de 1985 às 1:20 (mais ou menos) e chega em 1955 às 6:00 e alguma coisa, porque a cena corta exatamente depois deste take que eu tirei a foto, então só dá para ver que são 6 da manhã, POR ISSO DÁ A IMPRESSÃO DE AMANHECER RÁPIDO, mas não é o que acontece. 

Parece besteira, mas pra quem é realmente fã da série, perceber isso e cogitar a possibilidade de o enredo ter um erro de plot é sensacional. E o melhor, descobrir que não existe erro nenhum, que o enredo é meticulosamente amarrado para não deixar passar nenhum detalhe torna este filme o meu preferido dentre todos que existem neste mundo. E digo mais, isso foi feito em 1985. Um filme tão perfeito assim, em matéria de enredo, dos anos 80, é uma raridade, comparando com filmes atuais, que pecam na história e em pequenos detalhes como este. 

Para quem não viu a trilogia, eu recomendo, e muito! 

Agora vou lá ver os outros dois filmes da continuação. 

(:

Project 365 – 026/365

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Este é o celular que mencionei ontem no Facebook. Ele é super pesado e não reconhece um dos chips. Sendo assim, eu tomei a liberdade de, no meio da madrugada, pegar o celular que meu pai não usa mais (que é novo, mas ele não usa porque ganhou o antigo da minha mãe, que comprou um celular de natal para ela). Estou usando o celular do meu pai, que é bastante simples, porém reconhece os dois chips e é compatível com meu cartão de memória, igual o que tinha no quase iPhone. Não tenho do que reclamar, e aliás, ele é o celular mais leve que já vi na vida. Excelente. Hoje já fui correr com ele, e realmente é muito bom. 

O que aconteceu ontem foi que eu liguei meu outro celular, um Sony Ericsson w380a, no cabo usb no netbook, para ele carregar a bateria enquanto eu usava a internet. Não lembro ao certo, mas acredito que a bateria do netbook estava acabando, então liguei o cabo de força na tomada e liguei no net, com o celular plugado no computador. Acho que isso gerou uma carga excedente de energia no usb e queimou ou a bateria, ou o celular, ou tudo junto. Porque logo depois, tirei o celular do cabo, e tentei ligá-lo, e nada de funcionar. Tentei carregar a bateria no carregador universal, e nada também. Então tirei o chip da vivo que estava nele e desisti de tentar. Agora ele está ali na caixinha de fios, junto com esse aí da foto, ambos guardados, porque estou usando o celular do meu pai. 

A verdade é que em menos de 1 mês eu consegui quebrar 2 celulares e meio. Porque esse aí da foto, até onde eu me lembre, ele reconhecia os dois chips. Mas de uma hora para outra ele resolveu só reconhecer o primeiro chip, e não há nada que faça-o reconhecer o segundo chip. Tenho meio que um azar com celulares. O bom do celular do meu pai é que ele tem um joguinho de raciocínio lógico muito bom, chamado Sokoban, e que se eu pegar pra jogar, passo o dia me divertindo naquela tela que mal dá pra enxergar as imagens, só os pixels mega enormes exaltando a baixa qualidade da tela do aparelho. 

(:

Project 365 – 025/365

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Como eu disse. Tá aí! (:

Essa foto aí que eu enviei tem as revistas também, diferentemente da foto que postei ontem, que é só a parte da esquerda.

Hoje de manhã fui prestigiar a colação de grau das turmas do 4º ano da EF. Senti uma saudade da minha formatura, embora naquela época eu fosse muito mais encanada com as coisas do que agora. Lembro-me que fiquei muito nervosa dias antes da colação de grau e da festa, e na cerimônia de colação de grau eu quase tive um treco, de tanto nervoso. Mas é um nervosismo interessante de se sentir, é como ficar ansioso para ir a um parque de diversões, você fica ansioso, mas se diverte. Hoje, vendo o pessoal lá recebendo o certificado, me bateu uma saudade de janeiro de 2011 (quando eu colei grau). 

E é engraçado como eu senti orgulho de conhecer todos eles, e ver que eles cresceram, desde quando chegaram na unesp, em 2009. E é como foi dito lá em um dos 928.374.756 discursos, fazendo referência a O Pequeno Príncipe, sentimos realmente que somos responsáveis por aquilo e aqueles a quem cativamos. Senti e sinto isso. Sinto orgulho de ter pessoas tão maravilhosas assim presentes na minha vida, mesmo que por um período curto de tempo (no caso, 4 anos de universidade). Cada um deles marcou-me de alguma forma, e todos juntos fizeram a diferença ao passarem pela minha vida. É a turma com a qual eu mais me identifiquei, desde 2010, quando monitorei as aulas de Cinesiologia em ambas as turmas. Foi até mais significativo para mim conviver com eles lá em 2010 e em 2011 e 2012 na licenciatura do que os 4 anos da minha formação inicial, em bacharel. Fazer a licenciatura sem a convivência e o carinho do BLEF 2009 seria impossível. 

Aos que vão retornar às suas cidades, às suas famílias, e seguir com a carreira longe de Rio Claro e longe da Unesp-RC, desejo muito sucesso, muita sorte, que todos os sonhos se realizem e que todos sejam muito felizes na profissão que escolheram. E como foi dito pelo Prof. Jonas Contiero em seu discurso hoje lá, onde ele fez referência ao discurso de Steve Jobs na Stanford, ‘acima de tudo sejam felizes naquilo que escolheram fazer, e se não for isso que escolheram que irá fazê-los felizes, vá em busca daquilo que lhe trará felicidade’. E complementando esta ideia com o que o Prof. Gobbi disse em seu discurso também, ‘se existe algo que vocês faziam, gostavam muito, mas não fazem mais, voltem a fazê-lo. A premissa é ser feliz. O sucesso está em ser feliz naquilo que se escolheu fazer.’

Aos que permanecerão em 2013 e próximos anos em Rio Claro, e sobretudo na Unesp, eu também desejo sucesso e sorte, e nos vemos por aí. (:

Embora a foto não faça referência à colação de grau, eu dedico este post a todos os formados, que colaram grau hoje lá no Sesi (eu sei que a colação oficial foi ontem, sem cerimônia alguma, mas o que vale é a espetacularização da coisa, sabemos muito bem disso, então considerem a cerimônia de hoje como sendo a colação de grau definitiva).

É isso.

=]

Project 365 – 024/365

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Tá aí a foto que acabei de enviar pro @99Vidas.. essa é metade da foto na verdade. Tenho pelo menos 5x mais jogos pra Xbox360 e ainda tem as revistas de games, que estão na outra foto que também enviei. 

Promessa é dívida, portanto, se sair ou no blog ou no twitter deles, eu volto a postar aqui, somente o print daí. 

E vem mais por aí.. ainda tem o portátil que eu estou esperando (ansiosamente) chegar.

(:

Project 365 – 023/365

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Como vocês podem ver, eu estou ocupadíssima esta semana, afinal, decidi zerar o melhor jogo de snes que existe, o Megaman 7. É o melhor, na minha opinião, porque foi o jogo que mais marcou a minha infância. As músicas do jogo são sensacionais, os power-ups do Megaman são legais demais (aquela história de derrotar o chefão e ganhar o poder dele). É simplesmente o jogo mais lindo que existe. *-* sahushausuahahuhasu Incrível como marcou a minha vida este jogo, tanto que o considero mais legal e mais significativo em minha vida que Super Mario World, ou para os “seguistas” de plantão, melhor que Sonic – The Hedgehog. Aliás, no meu sony ericsson eu tenho um gif de um dos chefões desse jogo, que fica no papel de parede e todas as músicas do jogo. 

Hoje fui no shopping aqui da cidade no meu horário de almoço do trabalho, e me surpreendi com o preço do PSP em uma das lojas lá. Somente 650 contos. Juro que se eu não estivesse esperando meu portátil chegar, teria sido tentador ter visto isso. Já foi tentador ver sabendo que daqui há poucos (ou talvez muitos, 30 dias, sei lá) chega o meu portátil, que não é nenhum PSP, mas será amado e usado tal qual fosse um original da Sony. Afinal, por míseros 150 contos, o que eu poderia querer mais? Vem com emuladores e 500 jogos, preciso de mais? Creio que não. O duro está sendo esperar a encomenda chegar do estrangeiro. É um verdadeiro teste de paciência. 

Estou pensando seriamente em mudar o layout do blog, mudar plano de fundo e essas coisas todas. Verei o que pode ser feito com relação a isso ainda hoje. Também decidi parar com as indicações de filmes. É meio cansativo ficar procurando links e filmes legais para postar aqui.

Lembrei também que tenho uma tarefa da faculdade para ser feita. Uma das antigas, que eu deixei pendente há pelo menos um ano. Se der, essa semana ainda retomarei isso e tentarei resolver o mais breve possível. 

Por hoje é isso.

(:

Project 365 – 022/365

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Hoje eu atrasei bastante o post. Mas está aí. Isso foi o que eu fiquei fazendo esses dias.. ou seja, nada de muito útil, como vocês podem ver. 

Não estou muito afim de escrever hoje. Estou bem cansada e também não postarei indicações de filmes hoje. Afinal, o intuito do Project 365 é somente postar uma foto diferente a cada dia. É simplesmente uma escolha minha ficar escrevendo textos longos todos os dias aqui. Infelizmente hoje eu não estou inspirada. 

Por hoje é somente isso. 

(: