Project 365 – 002/365

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E aí pessoal, tudo bem com vocês?

A foto de hoje ilustra bem como foi o meu dia. 

Eu comecei a ler este livro em dezembro, e sempre que arrumava um tempinho livre lia uma ou duas páginas, mas hoje eu li 70 páginas dele (um quinto do livro todo, façam as contas para saber quantas páginas ele tem >_< ), nos intervalos entre um cliente e outro na loja da minha mãe. É que nesta parte do livro que eu estou lendo agora, a história começou a ficar particularmente interessante. 

O começo da história é mais uma apresentação e familiarização com todos os personagens (que não sei nem se devo chamar de personagens, porque eles existiram mesmo, a história é real, o diário existe, talvez eu dava chamá-los de participantes, não sei, protagonistas talvez, de verdade, não faço a mínima ideia). Chega em um momento da história que você já conhece os personagens (?) e já sabe como eles reagem, tamanho é o detalhamento que Anne faz do caráter e das condutas de todos eles. Neste momento, a narrativa começa a ficar monótona. Foi quando eu parei de ler e raramente pegava o livro. Na viagem de férias para Santa Catarina, em 9 dias, eu peguei o livro uma vez para ler. Hoje resolvi retomar a leitura e me surpreendi, já que a história tomou novos rumos. Anne Frank começou a se apaixonar, e é esse o motivo pelo qual ficou interessante para mim a história. Não que eu goste de histórias românticas, melosas e esse tipo de coisa, mas é que até eu, mera leitora da história, estava sentindo falta de um objetivo na vida da Anne dentro daquele esconderijo.

Um adendo.. Odeio filmes românticos, por exemplo, pior ainda se for comédia romântica, porque junta o meu ódio por comédia com o ódio por filmes românticos). Talvez o único filme romântico que eu realmente assisto sem problemas é Titanic, mas assisto não para ver a Rose e o Jack, mas sim para ver o navio afundando (lembrei de uma fala do PC Siqueira em um de seus vídeos, onde ele diz que é muito mais interessante ver Transformers por causa do Optimus Prime do que por causa da Megan Fox, e é mais ou menos isso que sinto ao assistir Titanic, romance a gente vê em todo lugar, mas um navio enorme daqueles afundando não é todo dia que aparece.

>_<

Desvirtuei do assunto do post (pra variar). Então, nem sei se tem mais alguma coisa para dizer sobre o livro. Uma coisa interessante é que eu me identifiquei muito com a Anne, com a forma dela pensar a respeito da vida, dos sentimentos, e principalmente com relação à família. Espero que amanhã eu mantenha o ritmo literário, se continuar assim, em mais 2 dias eu acabo o livro. 

Por hoje é isso..

(:

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