Project 365 – 056/365

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PEDÔMETRO E PENSAR NA MORTE

Este aí de cima é o mais novo brinquedinho que ganhei esta semana. Minha mãe, na onda fitness que passou outro dia na tv, resolveu comprar um pedômetro (esse bicho aí de cima) para cada um aqui em casa. Não entendi muito bem o objetivo dela ao fazer isto, mas aceitei a parada, afinal, eu iria ganhar mais um aparelhinho curioso, que adentraria na minha coleção de equipamentos eletrônicos. O legal do aparelho é que ele mede a quantidade de passos que você dá em um determinado período (você escolhe o período, e quando achar que deve, pode resetá-lo e recomeçar a contagem), mede a distância, tanto em km quanto em milhas, que você percorreu, e o mais legal, estima aproximadamente quantas kcal você perdeu em toda essa jornada.

Como vocês podem ver, hoje eu andei pouco mais de 11.000 passos, o que resultou em aproximadamente 7km e pouco mais de 500kcal gastas. Achei o máximo isso. Só não sei ainda o que fazer com essas informações que serão geradas dia-a-dia, caso eu use isso diariamente. Por enquanto vou anotando os resultados e futuramente posso montar um gráfico, ou sei lá, escrever um artigo sobre mim mesma.. sahuashuhasuashasu.

O engraçado é que a minha mãe andou bem mais que eu (teoricamente, porque ela colocou o aparelho nela mesma antes que eu, então ele contabilizou mais passos que o meu), só que no meu aparelho apareceu que eu gastei mais calorias que ela. Gostaria de entender a forma como ele calcula o gasto calórico, já que eu andei menos e gastei mais, isso eu achei um pouco estranho, enfim..

Hoje passei o dia pensando em umas coisas um tanto desagradáveis. Nada grave, mas fiquei hipotetizando situações na minha cabeça, que pode ser que aconteçam futuramente, ou não. E fiquei um pouco assustada com a forma como eu reagi (quase chorei no meio da loja da minha mãe, no meio da tarde). É estranho pensar que um dia as coisas vão ter que tomar rumos diferentes, pessoas sairão da minha vida, seguirão em frente, eu precisarei seguir em frente. É meus caros, já cheguei no auge dos meus 24 anos, e já me preparo psicologicamente dia-a-dia para o pior (ou os piores). Assim como eu vi/ouvi/li em algum lugar que agora eu não me lembro onde foi, mas dizia que devemos pensar todos os dias na morte, e na perda, para que quando elas realmente acontecerem nosso psicológico e nosso emocional já estejam minimamente acostumados com a situação, e assim sofreremos menos.

Não fico pensando na morte todo dia, não é isso. Embora eu pense neste assunto pelo menos umas 3 vezes na semana. Mas eu sei que um dia, talvez não tão tarde assim, a minha vida seguirá um rumo diferente da vida de pessoas que eu amo, e o mesmo pode acontecer com essas pessoas que eu amo, a vida delas tomar rumos diferentes que a minha vida, e aí, como fica? Ainda estou amadurecendo a ideia de pensar sobre isso, visto que só de imaginar certas pessoas saindo da minha vida, eu começo a chorar descontroladamente. Isso precisa mudar.

Por hoje é só.

Até amanhã.

(:

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